Poems of Paulo Eduardo

Peace and Joy slowly coming back to my heart

Textos


Hoje por falta de inspiração e estar de saco cheio - uma taça de cristal caríssima de vinho tinto quebrada na pia por descuido (não é pelo dinheiro - para o qual estou nem ai - mas pelo valor sentimental) decidi postar algo sobre insetos que não gosto: formigas e o outro que realmente odeio e se voar, eu me borro de medo: a barata. 

 

Ai vai esta porra toda, ainda bem que tem a categoria "Humor" para postar esta jossa! 

 

DAS FORMIGAS:

 

Formigas também comem sal!

(1.190 visualizações no RL, devo agradecer!)

 

Depois de ser duramente criticado

Por um ser humano mal educado

Quero mostrar-lhes que as formigas da minha casa são seres do mal

Porque as enganei de novo e dessa vez com sal

 

As malditas vieram sorrateiras, escondidas

Secretamente rodeando o pão e as comidas

Pensando que eu não estava manjando as jogadas

Achando que eu não sacava a intenção de suas antenas alongadas

 

Fingi que não estava olhando para ver a reação

Da colônia inteira tentando entrar em ação

Tiravam sarro da minha cara apesar da água na pia

E riam de mim, fazendo piadas, uma até ironicamente sorria                              

 

Conclui que eram burras apesar de serem formigas

Porque esquecerem rapidamente da morte na pia e das brigas

Porque vieram ligeirinhas se amontoando diante da panela

Onde coloquei muito sal para matar cada uma delas

 

Escalaram todo o fogão até chegar ao recipiente cheio de sal

Faziam questão de serem ruins, esses seres do mal

Digladiavam-se e se acotovelavam pelo melhor lugar no fogão

Pensando que a corrida ao “açúcar” era a melhor solução

 

Quando viram que tinham sido por mim enganadas

Era tarde demais para voltar tão longa jornada

Acendi a boca do fogão e dei um adeus às desafortunadas

E logo o cheiro na cozinha se espalhou, cheiro de formigas torradas!

 

Mais uma parte da colônia se foi ufa!

 

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Formigas no meu sofá

 

Um grupinho delas no meu sofá

Numa alegria contagiante e tomando meu chá

Cruzavam as perninhas e fofocavam de "formigos"

Os que davam bola e os que eram inimigos

 

E me convidaram para o chá provar

Coisa de louco, chá com formigas tomar!

Mas se chegaram para lá

Naquele enorme sofá

 

E me perguntaram: Por que eu tanto as odiava

Se somente comiam o açúcar que sobrava?

Mas lembrei que comeram o meu lanche de peito de peru

Não posso mencionar aqui onde eu mandei elas tomar......

 

Daí lembrei a elas que eu enganei uma colônia inteira

Fingindo que o sal era açúcar na panela sorrateira

Chorando, me falaram

Que com lágrimas a todas enterraram

 

Mas algumas estavam tão torradas

Que tiveram que ser imediatamente cremadas

Não me convenci por serem carnívoras

Confiaria mais se fossem herbívoras

 

Descruzaram as perninhas, desconfiadas

Que desta vez, de novo, não me convenceriam de nada

Para ser mais gentil desta vez e mostrar empatia

Pedi para subirem no prato... mas as despejei no ralo da pia

 

Affff

 

Não confio nesta raça sentada no meu sofá

Com a desfaçatez de ainda usarem o meu chá

Vão se catá!

 

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Formigas no meu lanche de peito de peru!

 

Mandei-as tomar (.......) sim na rima do peru, aquelas funestas

Mas nem ligaram as malditas e continuaram com a festa

Peito de peru no Natal já está pela hora da morte

E eu aqui com fome, com sede e sem sorte

 

Mandaram ainda um recado, as prostitutas do formigueiro

Para eu trazer coxinha de frango que elas também traçam inteiro

“Somos carnívoras e herbívoras, seu comilão”

O que deixares em cima da mesa já era, seu vacilão!”

 

"Tá bom FsDP, entendi a mensagem"

 

Com os olhos cheios de sangue, vingativo e mortal

No outro dia preparei uma emboscada na pia fatal

Enchi ao redor do ralo muito açúcar e doces à vontade

Inocentes, trouxeram a colônia inteira sem se dar conta da tempestade

 

Lá pelas tantas da madrugada voltei à cozinha

E com o pensamento de ódio pensei em dar uma ajudinha

Comiam o açúcar que nem loucas no cio e desesperadas

- E por que não dar a elas um pouco de bebida para vê-las mais excitadas?

 

Com os olhos ardendo de vingança liguei a torneira até o fim

Para que elas se afogassem sem dó e fossem para os confins

Dei um adeusinho irônico e deixei uma pequena informação:

"Que é isso que acontece com quem come meu sanduíche sem autorização"

 

Tenho dito!

 

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A (À) Formiga escrota!

 

Formiga escrota

Vai picar outra

Pode encontrá-las todas se fores assim bem ligeiro

Estão todas ali no teu formigueiro

 

Vem de longe comer o meu açúcar doce

O outro dia todo o formigueiro você trouxe

Vinham se falando, fofocando em puro conchavo

Antevendo a festa que fariam com o meu açúcar mascavo

 

Como se falam e se identificam

Se são todas idênticas e toda hora se multiplicam?

Acho que se cumprimentam “bom dia” várias vezes para as mesmas amigas

Porque tem idênticas antenas, bumbum, carinhas e barrigas

 

Apesar de trabalharem como formigas

Tenho lá minhas dúvidas quanto a você e suas amigas

Trabalham somente no verão e à chefe submissa

O resto do ano ficam de patas cruzadas, só na preguiça

 

Quero ter um emprego desse que só trabalhe 3 meses por ano

Doze meses de trabalho é cansativo, é insano

Mas se voltarem aqui de novo para me provocar

Vou usar FORMICEL para todas matar!

 

Nota: Fiquem espertas!

 

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Formigas, são raparigas!

Como gostar delas
Se além de insetos, são cadelas?
Exibindo suas bundinhas, são muito babacas
Além de insetos, são vacas

É a terceira vez no 
RECANTO que apelo ao formigueiro
Elas não escolhem lugar, andam até no lixeiro
E como há de ter confiança nessas chatas
Quando as nojentas comem até baratas?

Estou desanimado nessa pandemia
Não posso deixar açúcar em cima da pia
Que logo ao amanhecer estão até diabéticas
De tanto comer açúcar; não são dietéticas

E também, como confiar em um ser que 80% é bunda
Repito aqui, além de insetas, são vagabundas
Uma vez sai por um instante somente
E quando voltei tinham açúcar até nos dentes

Em carreirinha vão andando sem parar
Vão rápidas e sem tropeçar
Mas são tão iguais e sem nexo
Que não sei como fazem sexo

Como elas fazem para saber quem é o namorado
Se são todas iguais, quem é do seu agrado?
Não se pode mais confiar em ninguém e nem nelas
São todas, vacas, vagabundas e cadelas!

 

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DAS BARATAS:

 

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Ela lá, Eu aqui...

 

Sim, era uma barata voadora

Rapidamente peguei a vassoura

Mas a danada era rápida e voava

E em volta da cozinha circulava

 

Eu tapando potes e panelas

Morrendo de medo dela

Não tem macho nesta hora

E agora?

 

Quase implorando para ela ir embora

Lembrei a ela que aqui ela não mora

Mas infelizmente queria de mim caçoar

E de novo se pôs a voar

 

Muito barulho na casa e eu pagando o pato

Ensandecido me ouvi prometendo a ela um “barato”

Que também voasse com ela e a fizesse feliz

Porque ali na minha cozinha eu não morri por um triz

 

E insistia nas investidas dando rasante

E não contente, não sendo o bastante

Pousou na tampa que eu tinha fechado

Se borrando de medo, tirei-a com cuidado

 

Ela decidiu então caminhar

Daí vi a chance dela eu assassinar

No chão da cozinha então, este ser vil

Pisei com tudo e mandei ela para pqp

 

Está na lixeira “dormindo” o sono dos mortos! Afffff

 

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O suicídio das baratas

 

Não deve ser difícil fazê-las se suicidar

Basta uma boa arapuca armar

Porque são feias demais da conta

E quando menos se esperar, estarão prontas

 

Elas vêm caminhando sorrateiras e lentas

Mostrando as suas patas nojentas

E competem enquanto desfilam no chão

A cor da asa, cor estranha, cor de pinhão

 

Elas têm um prazer maligno ao voar

Fazendo até machão se cagar

Não tem homem valente nessa hora

Se fugir ela pega, se ficar, piora

 

Outro dia estava uma na pia

Tomando água de barriga vazia

Logo se virou pra comer um grão

Que tinha caído sem querer da minha mão

 

Pensei então na solução de cometerem suicídio

Já que estão em todas as partes, até em presídio

São feias demais da conta e é fácil se matarem

Coloque um espelho na frente delas para se olharem!

 

Insetos malignos e nojentos.

Como pode o "barato" gostar 

de xoxota de barata? 

Paulo Eduardo Cardoso Pereira
Enviado por Paulo Eduardo Cardoso Pereira em 17/06/2024
Alterado em 18/06/2024

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